Olá, seja bem vindo!!!

Esse blog refere-se à Disciplina "Projeto de Monografia", ministrado por Miguel Bordas na Faculdade de Educação da UFBA. Nele você poderá encontrar informações sobre as dificuldades e as delícias encontradas no momento da construção de um projeto monográfico.
Contribua, coloque o seu Tijolinho!!!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Makarenko

Anton Semionovitch Makarenko nasceu em 1888 na Ucrânia; filho de pintor de construção civil, foi uma das mais notáveis personalidades do mundo cultural da época e ainda hoje. Destacou-se simultaneamente como talentoso escritor, como pedagogo que abriu novas vias à ciência da educação e como pensador profundo. Professor e Pedagogo de formação,viveu na Rússia participando como profissional dos governos de Lênin e Stalin, administrando a Colônia Gorki e a comuna Dzerjinski, ambas destinadas à educação e formação de jovens delinqüentes e crianças abandonadas de guerra. Era um homem com grande capacidade comunicativa. Em seu trabalho pedagógico rejeitou a fórmula tradicional da educação e adotou o trabalho coletivo como princípio educativo, pois sua preocupação era formar o novo homem soviético, que eram preparados através de ginástica militar, jogos bélicos, desfiles e exercícios táticos.
"Nas nossas escolas, os alunos comportam-se bem nas aulas de um professor e mal nas aulas de outro. E isso não é de modo algum porque um deles é talentoso e o outro não, mas simplesmente porque um é mestre e o outro não".

INFORMATIVO

QUINTA-FEIRA, 27 de MAIO de 2010 - NÃO HAVERÁ AULA PRESENCIAL

Os alunos deverão aproveitar para fazer o esqueleto de seu projeto que deve ser entregue na terça-feira!

By Juliana Costa


domingo, 16 de maio de 2010

Aula do dia 13/05/2010

Na aula do dia 13/05, fizemos a leitura do texto abaixo. O professor solicitou um comentário do texto para próxima aula.
Abraços!!!
PERCURSO METODOLÓGICO
“Os pesquisadores são Seres Humanos que estudam problemas humanos de maneira humana”

Rodwell
Abordagem Epistemológica

Este item apresenta as discussões acerca das inspirações teórico-epistemológicas que permearão o percurso metodológico deste trabalho na produção do conhecimento científico. Desse modo, apresentaremos os caminhos escolhidos para a construção do saber, do conhecimento e da ciência.
A pesquisa, de modo geral, caracteriza-se por uma atividade intrínseca à sede de conhecimento do Ser Humano. Campos (2001) afirma que os objetivos de uma pesquisa são sempre o de ultrapassar a limitação ou dificuldade teórica exposta no problema, sendo uma atividade fundamental na construção do conhecimento científico, pois parte-se do pressuposto de que uma teoria não é o conhecimento, ela permite o conhecimento; uma teoria não é a chegada; é a possibilidade de partida (MORIN, 2001).
Habermas (1982), sinaliza que todo pesquisador é orientado por interesses relacionados às visões de mundo e às pretensões que tem sobre o objeto de estudo. A escolha metodológica de uma pesquisa é antes de tudo, um ato político.
Nesse sentido, uma das principais tarefas do pesquisador social, ao falar das coisas, do mundo, é clarificar sobre a partir de que mundo ele próprio está falando, a partir de qual posição ele fala, explicando a teoria que embasa seus instrumentos, desnudando-se e mostrando suas inspirações metodológicas.
Destaca-se, portanto, neste projeto, a opção política-epistemológica do pesquisador-ator-autor1, baseada na concepção de Ciência proposta pela Epistemologia da Complexidade; uma Ciência que não se define por ser apenas objetiva, disciplinar, fragmentária e neutra, e sim, por ser naturalmente complexa (MORIN, 2001).
Tal escolha metodológica fundamenta-se na crença de que a construção do saber deve ocorrer a partir de um paradigma que valorize a riqueza das práticas sociais humanas, que valorize a qualidade própria da condição humana. Deve-se também, à intenção em perceber e conceber o contexto, o global, o multidimensional e o complexo para possibilitar o reconhecimento e o conhecimento mais profundo dos problemas do mundo.
Morin (2001) sinaliza que as teorias científicas surgem dos espíritos humanos imersos numa cultura, e por isso o fundamento e a noção de rigor científico de uma pesquisa das ciências críticas não pode ser o mesmo de uma pesquisa das ciências “duras”, pois a realidade social, contexto essencial das investigações das ciências críticas não se define em fatos “brutos”, mas em realidades constituídas por pessoas, significadas pela linguagem e impregnadas pelas especificidades qualitativas da vida humana. Falar de ciência social de rigor é, falar sobre a sua íntima relação com os significados de mundo existentes dentro da cultura.
Desse modo, o caminho metodológico edificante deste trabalho é a Etnopesquisa Crítica, situada na abordagem de pesquisa qualitativa a partir de inspirações filosóficas da fenomenologia.
A pesquisa qualitativa leva em conta a qualidade da condição humana, é mister reconhecermos que a antinomia “quali x quanti” é equivocada, pois os aspectos quantitativos também são de suma importância numa análise qualitativa, o que ocorre é que a pesquisa de inspiração quantitativa simplifica o mundo em números, rentes à uma lógica quantitativa da economia, já a de inspiração qualitativa se compromete com as questões da qualidade humana, com o que Hanna Arendt (2001) denomina de “condição humana”.
O referencial epistemológico da fenomenologia aponta para a necessidade do sujeito no ato de conhecer, voltar-se para as coisas em si mesmas, para a realidade que se mostra: o fenômeno. Por mais que o pesquisador esteja envolvido com os teóricos da pesquisa, ele deve abrir-se para o diálogo com a realidade concreta, afinal, se as referencias teóricas fossem suficientes à pesquisa empírica não precisava ser feita (MOREIRA, 2002).
Assim, Husserl fez da fenomenologia um método para a busca da verdade, que concebe que não há divisão entre o observador e o objeto observado e dessa forma, compreende que o sentido não está no observador, nem no mundo externo a ele, mas sim, na relação observador/mundo, ou seja, o sentido das coisas não está nem no observador, nem nas coisas em si, mas no que sobressai em cada relação observador/observado (MERLEAU-PONTY, 1996).
A fenomenologia é uma ciência cujo propósito é descrever fenômenos particulares, como também a experiência vivida, a experiência cotidiana. Parafraseando Merleau-Ponty (1996: p. 58): “É também um relato do espaço, do tempo, do mundo vividos”. Desse modo, o pesquisador de inspiração fenomenológica procura ir às coisas, ao contexto, ao fenômeno. E ao mergulhar nas coisas mesmas, ele precisa realizar um esforço no sentido de compreender o fenômeno de forma mais autêntica possível.
Segundo Macedo (2000), tal complexidade presente na pesquisa das Ciências Sociais deve ser apreendida por um olhar hermenêutico2, o pesquisador deve se colocar no lugar de ator para conseguir perceber os âmbitos qualitativos da vida. Sendo uma epistemologia qualitativa, a Etnopesquisa concebe o pesquisador, assim como seu repertório de experiências e conhecimentos como os principais instrumentos de uma Etnopesquisa, esta que, está direcionada a investigar os processos que constituem o homem em sociedade, primando em considerar aspectos subjetivos também presentes no ato da pesquisa.
Nesse sentido, utilizaremos como método investigativo a etnografia, que significa descrição social podendo ser compreendida como o conjunto de técnicas que visa revelar valores, hábitos, crenças, práticas e comportamentos de um grupo social. Este método se caracteriza fundamentalmente pelo contato direto do pesquisador com a situação pesquisada, valorizando a implicação do pesquisador com o objeto pesquisado. Em sua dimensão crítica e multirreferencial, a etnografia permite uma leitura articulada dos aspectos políticos, históricos e sociais na compreensão da complexidade do fenômeno investigado (ANDRÉ, 1995).
Este é um método fundante em termos de pesquisa qualitativa e ele foi escolhido para trilhar o caminho das investigações propostas neste trabalho por possibilitar uma leitura político-cultural, epistemológica e técnica das várias dimensões do existir do ente humano. Esses referenciais me oportunizarão, enquanto pesquisadora, uma percepção contextualizada, implicada e complexa das narrativas dos atores sociais a serem investigados. Considero importante ressaltar que essa perspectiva teórico-metodológica acerca dos fenômenos educacionais se baseia numa opção político-pedagógica que busca alterar a lógica das narrativas absolutistas e excludentes da Ciência, principalmente no campo da educação.

Definição do Universo e a Amostragem
Os alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, entre 7 a 10 anos são o universo da pesquisa. Serão estudados os alunos de duas escolas particulares da cidade de Salvador/BA.
A amostra será do tipo não-probabilística e para a composição dos elementos da mesma, utilizar-se-á amostra intencional, onde serão escolhidos uma quantidade de crianças de cada idade estabelecida. A quantidade será definida a partir de discussão com o Orientador.
Tanto meninos e meninas serão entrevistados, o que não compromete a pesquisa, já que estudos comprovaram que não há diferenças entre gêneros quanto ao estágio de desenvolvimento moral. (SPRINTHALL, 1993)

Técnicas de coleta de “dados”
Há duas categorias de técnicas de pesquisa a serem utilizadas para a coleta de “dados”, a saber: a documentação indireta e a documentação direta.
No primeiro caso, recolher-se-á informações mais aprofundadas levantando dados sobre o objeto de estudo. Assim, será feita uma pesquisa bibliográfica, na qual buscar-se-á estudos sobre o delimitado tema da pesquisa, com o intuito de fundamentação e sustentação teórica.
A segunda categoria será contemplada a partir de uma pesquisa de campo, na qual serão levantados “dados” das crianças. Para tanto, adotamos o estudo sobre casos como estratégia de investigação, pois de acordo com Macedo (2000), este tipo de investigação científica tem como finalidade o estudo aprofundado de cada realidade social, enfatizando a pertinência do detalhe que o edifica e a singularidade que o marca. O estudo de caso tem como finalidade central compreender uma instância singular e especial de uma realidade.
A investigação proposta neste estudo compreende a investigação de mais de uma realidade, pois o estudo será realizado em duas escolas da cidade de Salvador-BA, desse modo será feito o estudo sobre casos. A proposta deste estudo sobre casos não se restringe a padrões de comparação, a uma mera comparação de “dados”, e sim em relações contrastantes das realidades investigadas, sem perder as singularidades das mesmas.
Desta forma, objetiva-se propiciar uma visão geral e mais aproximativa do juízo moral das crianças de 7 a 10 anos e suas implicações educacionais.

Instrumentos
Becker (1997, p. 118) afirma que o pesquisador que realiza um estudo de caso “faz uso do método de observação participante em uma de suas muitas variações, muitas vezes em ligação com outros métodos mais estruturados, tais como entrevista”. Para tanto, na busca de acesso ao meio social escolar, ao cotidiano pedagógico e aos atores utilizaremos como instrumentos de pesquisa, a observação participante, entrevista semi estruturada, a análise de documentos e um recurso técnico projetivo.
A observação participativa é histórica, contextualizada filosoficamente, metodologicamente e heuristicamente. A utilização desse dispositivo é fundamental nas pesquisas Etnos, cujos pesquisadores e pesquisados formam um corpo que produz o conhecimento através da interação. Diante dessa perspectiva poderíamos explicitar de forma mais contundente a sua relevância através do seguinte questionamento; Qual o melhor observatório do mundo social: a perspectiva próxima e de "dentro" ou a perspectiva panorâmica, do alto e de "fora da cena”?
A entrevista de estrutura aberta e flexível é um poderoso recurso para captar as representações e para abrir espaço ao imprevisível. Ela será um dispositivo de pesquisa semi-estruturado, como um roteiro flexível para que o fenômeno apareça de forma mais autêntica possível, já que no percurso metodológico deste trabalho partimos do pressuposto de que para percorrermos os trilhos de uma Etnopesquisa, devemos deixar que a contradição do fenômeno se apresente ao pesquisador.
A análise documental será realizada com a finalidade de aprofundarmos a análise dos aspectos direta ou indiretamente vinculados à prática de educação moral. Afinal, para Blumer (1969) apud Macedo (2000) o documento escrito é um fixador de experiências, muitas práticas educacionais são planejadas e organizadas a partir de documentos. Macedo (2000: p. 171) sinaliza que “apesar das zonas de sombra ideológicas, em geral os documentos oferecem definições significativas sobre políticas educacionais”. Logo, a análise documental é um recurso indispensável à compreensão da instituição educativa.
A técnica projetiva a ser utilizada é um instrumento técnico de pesquisa, validado cientificamente. É uma adaptação do “Sociomoral Reflection Objection Measure” (S.R.O.M.)3, desenvolvida por Biaggio & Barreto (1991). A constituição desses instrumentos busca tornar mais prática as medidas de julgamento moral da equipe de Kohlberg.
Esta adaptação do S.R.O.M. é uma versão audiovisual com slides ilustrativos para uso com populações mais jovens e menos escolarizadas constituído por dilemas morais. Cada possibilidade de resposta está relacionada a estágios de desenvolvimento moral de Kohlberg.
O instrumento é de fácil aplicação individual e coletiva, que proporciona de forma rápida e objetiva as apurações das respostas e de suas pontuações.
As vantagens e alcances atribuídos ao mesmo justificam, a princípio, sua escolha e utilização, já que segundo Biaggio (1997), apresenta significativas correlações com as entrevistas de juízo moral de Kohlberg.
Este instrumento será aplicado com os alunos de duas escolas particulares da cidade de Salvador/BA.
A apuração será feita pelo pesquisador atribuindo às respostas a pontuação correspondente, respectivamente, aos cinco estágios Kohlbergianos. As respostas classificará cada sujeito em estágios modais de raciocínio moral que favorecerá a constituir a média do conjunto dos sujeitos em estudo.
Após feito a apuração será feito a análise, correlação, reflexão, discussão e conclusão dos dados obtidos, efetivando um estudo comparativo entre as duas escolas investigadas acerca do grau de juízo moral das crianças.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Aula do dia 04/05/10

O professor analisou os textos que foram entregues
e avaliou que não está satisfeito , não conseguimos
alcançar o objetivo diante das perguntas que foi
proposto. Fez uma nova revisão das perguntas
já entrando na 3ª questão proposta.
Pediu que na próxima aula dia 11/05/10 trouxés-
semos um novo texto envolvendo já as três ques-
tões.
Não esquecer de colocar:
- Situação problema
-Objetivos teóricos e práticos
-Procedimentos e métodos
Pediu também que trouxéssemos uma refer ência
de autores que trabalham com metodologia de
pesquisa científica.

Na próxima quinta, dia 06/05/2010 não haverá
aula pois o professor estará viajando.

Ros ângela

Aula do dia 29/04/10

Nessa aula o professor sentou com cada aluna para
analisar o texto que foi pedido com o que ele estava
em mãos, que foi entregue anteriormente. Se alguém
não chegou ao objetivo proposto pediu que refizesse
e trouxesse na próxima aula, quem se aproximou ele
recolheu os textos.

Rosângela

terça-feira, 27 de abril de 2010

Aula de hoje 27/04/10

Na aula de hoje o professor apresentou uma dissertação de mestrado, a autora é Michele The Macedo com o título Desenvolvimento da Consciência Moral de criança de 7 a 10 anos. Em seguida, falou mais sobre o texto avaliativo que será entregue na próxima aula.Frisando bem a importância que terá para nós a construção desse texto.

Rosângela

Aula do dia 22/04/10

Como proposto foi entregue os textos rascunhos e dando mais explicações sobre o texto avaliativo para ser entregue no dia 29/04/10.

Rosângela

Aula do dia 20/04/10

Nessa aula o professor fez uma revisão dos dois primeiros parágrafos,
e como havia sido proposto pediu que fizéssemos um texto rascunho
e entregar para ele, algumas pessoas entregaram outras ficou para
entregar na aula seguinte.

Rosângela

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Aula do dia 13/04/2010



Na aula de hoje o professor nos deu algumas referências sobre o modelo de monografia, explicando que a monografia é um trabalho de investigação cientifica e crítico sobre os conhecimentos existentes sejam eles já publicados ou não. É formada por um conjunto de atividades integradas, com uma unidade metodológica, visando alcançar determinados objetivos claramente definidos, seguindo as seguintes características:
Organicidade;
Sequencialidade;
Unicidade.
Portanto é preciso seguir normas ou padrões:
• Definir o que se vai estudar; rever a literatura existente e outras fontes de consulta a respeito do assunto ou tema em questão;
• Justificar, isto é, estar claro o porquê estudar e aprofundar aquele assunto, que novas abordagens se propõem fazer;
• Metodologia aplicada, isto é, a maneira como se pretende desenvolver a Monografia.
Para a construção do tema, primeiro de tudo tem que fazer as seguintes perguntas:
O que fazer?
Para que fazer?
Quais são as contribuições?
Como fazer?

No final da aula algumas alunas que ainda não havia entregado o texto/esboço com a construção da monografia entregaram seu trabalho para o professor.

Para a próxima aula ficou acertado que será produzido em sala de aula um texto coletivo sobre os temas escolhidos para a monografia, destacando neles as convergências, as contribuições e as representações.
Boa sorte a todas!

Francisca Gomes

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Aula do dia 08/04/2010


Ficou acertado para a próxima aula (13/04) o seguinte:

- Último dia de entrega do primeiro texto com estruturação da monografia e/ou esboço da mesma;

- Trazer o poema Navio Negreiro, de Castro Alves, para atividade em sala.

Na aula de hoje ainda houve as apresentações dos temas de quem ainda não havia apresentado.

Att,

Láisa.



domingo, 28 de março de 2010

Carta de uma estudante à Redação do "Jornal da Tarde"

Caro Sr. redator

Saudações

Não costumo ler jornais penso que eles trazem muitas notícias desagradavéis,mas passando por uma banca de revistas me chamou a atenção a seguinte frase:"Capitães de Areia"tive curiosidade em saber do que se tratava e parei para ler, daí veio minha indignação e o motivo pelo qual não gosto de ler jornais.Primeiramente fico sensibilizada em ver crianças e adolescentess fazendo essas barbaridades enquanto poderiam estar na escola;em segundo,a falta de sensibilidade humana das autoridades que as tratam como bichos, usando nomes perjorativos, estigmatizando e principalmente jogando a culpa sempre no outro.Penso que o que falta nesse processo é sentimento humano,o respeito ao próximo,o compromisso de educar, de dar condições para que essas crianças saiam da rua.No caso do reformatório, é preciso ter recursos e motivação que despertem o prazer nas crianças e nos adolescentes.

Grata

Rosângela

quarta-feira, 24 de março de 2010

Carta de uma leitora assídua deste jornal

Exmo senhor diretor do Jornal A Tarde, saudações!

Venho por meio desta, expressar a minha indignação ao ler as cartas publicadas neste jornal, afinal, serviram para mostrar que, infelizmente, a hipocrisia, a corrupção e as relações de interesses sociais predominam na sociedade baiana. Os responsáveis por manter a “ordem” estão tão preocupados em livrar-se da culpa que se esquecem de cumprir os seus verdadeiros papéis, não só como autoridades, mas também como cidadãos. Com certeza se tivéssemos uma sociedade mais justa e igualitária, ou talvez pessoas mais humanizadas ocupando cargos importantes na nossa cidade, os capitães da areia não fossem vistos como um bando de ladrões que só atrapalham a sociedade e sim como crianças que precisam de atenção e educação de todos os cidadãos.
Grata pela atenção,
Thaise Rejala, graduanda em Pedagogia.

terça-feira, 23 de março de 2010

Aula dia 23/03/10 - Terça-feira

Por conta da chuva não tivemos a presença de muitos alunos hoje na aula. O professor conversou e forneceu digas motivadoras e esclarecedoras para o tema de monografia de cada uma da três presentes em sala. Informou que por motivo de viagem do mesmo, não haverá aula dia 25/03/10 quinta-feira, porém deixou uma atividade a ser entregue dia 30/03/10, segue as instruções:
-Texto escrito sobre seu tema de monografia a ser apresentado em sala no dia da entrega ( pode ser digitado com regras da ABNT ou feito manualmente)
-Utilizar a leitura dos textos *Pedagogia das cidades *Cartas das cidades educadoras e *Relatório Edgar Foure para verificar a estrutura textual.
dica do professor: Pesquise sobre o Poema Pedagógico de Makaremko.
Jailce Oliveira
Olá pessoal, vou narrar um pouco sobre o que aconteceu na última aula do dia 19/03/2010. Para aqueles que acompanharam torna-se um bom resumo e para os demais que por motivos particulares não puderam comparecer serve com base para dar continuidade na aula.......Bem o Professor deu continuidade a programação já pré-definida na aula anterior, algumas pessoas apresentaram a Situação-Problema de Monografias com temas similares ao de sue interesse. Aqueles que não compareceram e não apresentaram ficaram de apresentá-las na Segunda – Feira.
Uma recomendação muito importante do Professor foi de quando procurarmos o professor para nos orientarmos e de já termos um rascunho do projeto para mostrarmos... E mais que já devemos procurar saber quem são os professores da Faculdade de Educação que conhece a respeito da temática da qual vamos tratar na nossa Monografia.......
Mãos a Obra Pessoal!



OBS: DESCULPEM A DEMORA É PORQUE ESTOU SEM INTERNET E NÃO SÃO TODAS AS LAN HOUSE QUE DISPÕEM DO PACOTE OFFICE, SENDO ASSIM ENCONTREI DIFICULDADES PARA POSTAR O MATERIAL.


AGRADEÇO A COMPREENSÃO DE TODOS!!!!!



UM ABRAÇO

MÁRCIA SANTOS CARNEIRO

segunda-feira, 22 de março de 2010

carta ao jornal A Tarde!

Exmo. Sr. Diretor do jornal da tarde, saudações!


Venho através desta mostrar a minha indignação quanto a uma sociedade com brutais diferenças de classes, e má distribuição de renda que mostra seus efeitos na marginalidade de crianças e adolescentes discriminados por um sistema social perverso. Essas crianças deveriam está recebendo educação e atenção merecida com o custeio e apoio de governantes e sociedade para a sua recuperação social sem ter de entregrar -se a pequenos furtos para sobreviverem. A negligencia com que estão sendo tratadas essas crianças me repugna,para a sociedade elas apenas passaram a ser vistas como marginais irrecuperáveis, devemos nos atentar para essa situação e revertê-la de modo a mudar a trajetória desses meninos e meninas vítimas de um sistema social que os transformaram no que são hoje e que devem modificar o seu amanhã para melhor a fim de que no futuro não venhamos sofrer os frutos desta negligencia de hoje.

Jailce Oliveira: Uma leitora indignada!

terça-feira, 16 de março de 2010

Aula 11/03


- Discussão sobre a canção da criança (ver link).
- Continuação da discussão a respeito das cartas das cidades educadoras e também a cerca da pedagogia das cidades.
- Fomos orientados a pesquisar uma monografia para apresentação na próxima aula.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O livro Capitães de Areia de Jorge Amado na introdução apresenta uma sequência de cartas de leitores do jornal. As duas primeiras cartas são do secretário do chefe de polícia, que atribui ao juiz de menores a responsabilidade pelos atos criminosos dos Capitães da Areia e do juiz de menores, que segundo o mesmo atribui a tarefa de perseguir os menores ao chefe de polícia. Entre as cartas, a de uma mulher, cujo filho ficou preso no reformatório e narra os horrores que eram praticados ali contra os menores infratores. Há também a carta do padre José Pedro, que é um importante personagem aliado dos garotos injustiçados o qual confirma a denúncia anterior, citando sua experiência no reformatório. O padre visitava o local para levar conforto espiritual aos meninos. Já a última carta é a do diretor do reformatório, que em seu texto, o diretor nega os maus-tratos dispensados aos menores na instituição que dirige, o que de certa forma é uma hipocrisia, como se poderá observar no decorrer do livro. O que torna interessante nessa forma em se colocar as narrativas das cartas no início do livro, é que dar à história certo caráter verídico.
Mª Francisca S. Gomes

domingo, 14 de março de 2010

Carta: Capitães de Areia - Jorge Amado
Atividade passada no dia 09.03 e dicutida no dia 11.03

Exemplo utilizando a carta da aluna Juliana Costa:

(Carta de uma leitora à Redação do jornal)

Exmo. Sr. Diretor do jornal da tarde, saudações!
Após acompanhar todas as opiniões publicadas neste jornal, e partindo do pressuposto de que cada um dos envolvidos buscou apenas justificar e encobrir sua parcela de culpa no fato ocorrido, decidi escrever meu ponto de vista sobre o epsódio dos "capitães de areia". Entendo que, para livrarmos nossa cidade deste tipo de situação e vandalismo devemos elaborar ações conjuntas entre as principais instituições sociais: Igreja, Família e Estado, numa aliança onde as crianças e a educação sejam o foco. Discordo assim, de todos os discursos já apresentados, uma vez que, para mim, o furto acontecido na casa do Comendador só retrata o quanto essas crianças estão sem referência e orientação de seus pais, chefes religiosos e da sociedade como um todo. Desta maneira, vejo cada autor das cartas anteriores culpado, mesmo que apenas por serem coniventes com os fatos, afinal nada fizeram para detê-los antes que chegassem a este ponto.
Aliás, para mim senhor Diretor, somos todos culpados: eles, eu, você e os demais leitores.

Agradeço a oportunidade de expressão.

terça-feira, 9 de março de 2010

Questões para organizar a monografia

Questões para organizar a monografia:

1. Defina os seus objetivos a partir de uma descrição detalhada de alguma "situação inicial" ou sistuação problemas concretas , empiricas" que poderão evidenciar a eclosão da proposta presente caracterizando a dimensão lacunar, ponto de partida.(Perspectiva de deficiência estética e ética que configura o olhar problematizante e promove uma busca no âmbito da leitura, que é um tema geral e vago).

2. Especifique quais as possíveis modificações, efeitos, transformações, pragmáticas-fatuais- cognitivas-mentais- ou percepção e ou deônticas- urgência ou princípios éticos ou comportamentos morais- culturais- desejadas inicialmente e articule as mesmas justificando as suas opções metodológicas, de forma especial, nos universos escolhidos e os recortes e abordagens metodológicas assim como os procedimentos propostos.

3.Indique formas possíveis de identificar o que poderão ser atingidos e assim poder saber o que poderemos ter alcançado pragmaticamente, cognitivamente no fim do trabalho/ tese a fim de será quando será um momento razoável.

4. Resuma brevemente qual é a sua tese/ hipótese, mesmo de forma provisória e defenda a sua proposta como inov

Diário de bordo

Aula 09.03.2010

Logo na chegada à aula, o professor Miguel Bordas nos disponibilizou a ementa da disciplina para que pudéssemos nos organizar durante o semestre quanto a sua metodologia e quanto aos conteúdos e textos que serão trabalhados no decorrer dele.

Em seguida, após sermos informados do e-mail e senha, exploramos um pouco esse nosso blog e o livro de Othon Garcia que pode ser visualizado em: http://books.google.com/books?id=j3HuskLZeLAC&pg=PP3&dq=comunica%C3%A7%C3%A3o+e+express%C3%A3o+em+prosa+moderna+othon+garcia&client=iceweasel-a&hl=pt-BR&cd=1#v=onepage&q=&f=false.
O Blog servirá para relatar o andamento do nosso trabalho, enquanto o livro de Othon Garcia "Comunicação e expressão em prosa moderna" será utilizado para que possamos nos apropriar da terceira parte denominada "O parágrafo".

Os temas: Relatório de Faure 1974 e Cidades Educadoras, já referenciados no encontro passado voltaram a ser citados e deverão ser analisados por um contexto socio-político-ideológico.

O último dia útil de cada mês servirá para que elaboremos um texto escrito, este terá o assunto escolhido nas aulas anteriores a produção.
As datas para esta atividade são:
- 31 de março
- 28 de abril
- 27 de maio
- 29 de junho


As questões que nortearão o projeto de monografia, já se encontram postadas no blog, não deixem de conferir!

Por fim, gostaria de lembrar que a atividade que tem como modelo as cartas do livro de Jorge Amado: Capitães de areia, consiste em escrever um parágrafo destinado ao jornal A Tarde, onde você defenda sua posição, estrutura de ótica e análise no que se refere aos conteúdos tratados nas cartas presentes no livro.

Boa sorte a tod@s!
E aqueles que lembrarem de algo a mais que eu tenha esquecido, favor acrescentar abaixo ou em uma nova postagem. Obrigada!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Onde tudo começa...


Nossa primeira aula aconteceu na terça-feira, dia 02 de março, de 2010 e foi muito interessante.
Após falar sobre o planejamento das próximas aulas, o Prof. Miguel deu algumas dicas importantes que irão pleitear a nossa pesquisa. Dentre essas dicas, estão a leitura do livro "Comunicação e Expressão em Prosa Moderna" de Othon Garcia e "A educação no século XXI: um tesouro a descobrir" de Jacques D'Elors. Ele também pediu para pesquisar na internet os seguintes temas: Relatório de Faure 1974 e sobre a Cidade Educadoras. Os quais se encontram aqui no blog. CONFIRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!