Questões para organizar a monografia:
1. Defina os seus objetivos a partir de uma descrição detalhada de alguma "situação inicial" ou sistuação problemas concretas , empiricas" que poderão evidenciar a eclosão da proposta presente caracterizando a dimensão lacunar, ponto de partida.(Perspectiva de deficiência estética e ética que configura o olhar problematizante e promove uma busca no âmbito da leitura, que é um tema geral e vago).
2. Especifique quais as possíveis modificações, efeitos, transformações, pragmáticas-fatuais- cognitivas-mentais- ou percepção e ou deônticas- urgência ou princípios éticos ou comportamentos morais- culturais- desejadas inicialmente e articule as mesmas justificando as suas opções metodológicas, de forma especial, nos universos escolhidos e os recortes e abordagens metodológicas assim como os procedimentos propostos.
3.Indique formas possíveis de identificar o que poderão ser atingidos e assim poder saber o que poderemos ter alcançado pragmaticamente, cognitivamente no fim do trabalho/ tese a fim de será quando será um momento razoável.
4. Resuma brevemente qual é a sua tese/ hipótese, mesmo de forma provisória e defenda a sua proposta como inov
terça-feira, 9 de março de 2010
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ResponderExcluirFoi solicitado pelo professor, na aula do dia 11/03/2010,que lêssemos as "Cartas à Redação" do livro, Capitães da Areia de Jorge Amado, e elaborassemos uma carta à redação, ao Jornal à Tarde, dizendo qual seria sua posição diante dos assaltos ocorrido na cidade de salvador.
ResponderExcluirSegue a minha carta:
CARTA DA ESTUDANTE DE PEDAGOGIA À REDAÇÃO DO JORNAL À TARDE
Sr. Redator do Jornal à tarde
Caros leitores desse importante Jornal. Lendo as manifestações aqui publicadas, venho defender o ponto de vista da chamada “mulherzinha do povo”, como citou o caro Sr. Diretor do Reformatório.
Em primeiro lugar, para um senhor que se diz querer “cumprir a sua santa missão de EDUCAR”, não é de bom tom agredir verbalmente uma cidadã, que impõe suas angústias, e que acima de tudo, é mãe.
Concordo de que os roubos é um problema gravíssimo, não só do governo, mas de toda à sociedade. Mas concordo também, de que, ao receberem essas crianças, em fase de desenvolvimento e de amadurecimento de seus princípios, deveriam colaborar mais na educação desses menores e nos estabelecimentos físico dessas entidades. A partir do momento em que eles entram lá, é uma porta de soluções para à desconstrução de seus maus atos, dando a oportunidade deles perceberem que existem outras maneiras, além dos furtos, para que eles consigam adquirir seus objetivos. O que quero aqui, não é apenas dar soluções para esses roubos. Mas quero lembrar que, pra se educar alguém, é primordial que se seja educado. Ao ler a carta feita pelo diretor do reformatório, não vejo nele a sensibilidade esperada dos colaboradores da educação. É preciso que o regulamento dessa instituição seja revisto, pois posturas assim, ao meu ver, só atrapalham ainda mais o processo de reabilitação desses jovens.
Desde já, agradeço ao redator desse Jornal.
Maria Sandreli Cruz Moura.